12 de mar. de 2010

SEMINÁRIO

"Aborto, Suicídio e Eutanásia..." - Como o Espiritismo pode ajudar na Preservação da Vida.

7º Seminário Beneficente
domingo, 28 de março de 2010, 9 as 13h - Local: Ribalta (Barra da Tijuca).

Palestrante: Divaldo Franco .


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25 de jan. de 2010

O que adianta só eu mudar, e o outro?

Grandes mudanças estão para acontecer no Universo inteiro, ouvimos isso o tempo todo. Sabemos que não serão tempos de grandes confrontos para aqueles que têm a paz no coração e na mente, que acreditam nas mudanças porque sabem que esse é um processo cósmico, e que nada e ninguém pode ficar estagnado. Que não acreditam somente porque estão vendo e ouvindo as notícias, divulgadas pela mídia, sobre catástrofes e alterações climáticas, e, sim, porque sabem em seus corações, que a evolução do homem permitida pelo Criador, precisa ocorrer, independente da nossa vontade e aproveitam ao máximo as oportunidades oferecidas por Ele.

Isso nos remete à necessidade de tomar a única decisão esperada pelos Seres de Luz que estão no comando dessas mudanças: viver de modo novo, onde cada atitude diferente significa que aprendemos com os erros e avançamos corajosamente, sem perder a chance de subir mais alguns degraus na escada da vida.
Para viver o novo precisamos de atenção e movimento constantes, sem rotinas. Largar velhos hábitos que até então paralizavam nossas ações. Sermos perseverantes, pacientes, amorosos, e termos uma profunda compreensão da necessidade de viver de acordo com uma nova realidade e, não, somente conhecê-la no mental. Viver o novo só na teoria, na intenção, não adianta, isso exige movimento, ação e consciência clara de como realmente estamos agindo, pensando e sentindo. Quando se aprende algo novo, deve-se conhecer cada etapa, meditar constantemente para dar um passo, vigiar os pensamentos , enfim...mudar exige consciência! Podemos cometer muitos erros, e eles serão importantes tanto para o aprendizado, como para testar nossa vontade, persistência e confiança, porque a dúvida fará parte dessa experiência até que consigamos dominar essa arte. Nunca deixar que a preocupação por parecermos estranhos (as) tome conta de nosso ser, pois, as mudanças estão acontecendo até na estrutura celular do ser humano e é inevitável sentirmos alterações no físico e sensações diferentes no emocional. Só precisamos aceitar e acompanhar o fluxo do plano.

Falar de mudanças é fácil, permiti-las não. Enquanto ainda deixamos que velhos padrões de rigidez, inflexibilidade, preconceitos, apegos, e dificuldades de aceitação façam parte de nós, impregnamos nossa personalidade. Por que resistimos tanto às mudanças? Alguns de nós, passaram a vida ouvindo que "pau que nasce torto, morre torto"! Criamos uma crença muito cômoda para justificar aquilo que ainda nos traz vantagens. Na sociedade caótica alguns podem perder o poder sobre o outro ao mudar, e, esse outro, talvez perca a oportunidade de ser vítima, pois precisa do algoz. Também a competição constante entre os homens para ver quem brilha mais, acaba, com a mudança de paradigmas! E aqueles que continuam nos velhos moldes ficarão perdidos...com quem irei disputar? Mudar exige aceitar o outro como ele é, e, impede as pessoas de promoverem o novo em suas vidas, por vaidade, orgulho, dependência, comodismo, falta de consciência e compreensão clara. Ceder é o maior problema! Ouvimos ainda algumas pessoas dizerem: ah! Já estou velho demais pra isso! Cada um usa o argumento que tem, pra continuar como está. Alguns ainda questionam: o que adianta um só mudar, se o outro não se propõe a fazer o mesmo? Se numa parceria precisamos de dois ou mais, qual será a diferença no resultado? Se estivermos fazendo isso por nós mesmos, sem nos importarmos com o outro, faz toda a diferença. Vamos ao médico por nós ou pelo outro? Quando sentimos essa necessidade, não somos nós o doente? Se algo não vai bem e sentiu vontade de mudar, faça você o movimento. Ninguém toma consciência junto, cada um tem seu ritmo, seu processo, seu próprio tempo. Alguém tem que dar o 1º passo. Essa é a 1ª etapa: ter consciência, promover uma ação. Se o médico indicar um remédio que demora pra fazer efeito, desistimos, desanimamos? Aí, entra a persistência. Ainda pode acontecer de não dar certo na 1ª tentativa. Voltamos e pedimos para mudar o medicamento... isso é confiança. Precisamos considerar também que o médico pode errar, ele é humano, continuamos doente, ou procuramos outro? Claro, que o mais lógico é procurar alguém que atenda nossas necessidades... isso é fluir com a vida! Até que fiquemos curados.

Na vida seria diferente? A dinâmica é a mesma: vontade, persistência, confiança e fluidez. Se não der certo, nós mudamos, fizemos a nossa parte, e sem colocar expectativas no outro. O universo irá conspirar a nosso favor, tanto promovendo uma reação, uma atitude semelhante nos que estiverem à nossa volta, fazendo com que a lei de atração possa agir e assim passamos a atrair tudo aquilo que esteja em harmonia conosco.
Podemos usar para equilibrar esse momento a energia Branca do 4º Raio, da Harmonia através dos Conflitos, que nos faz perceber o campo de consciência no qual nos encontramos limitados, e essa limitação acontece com todos nós, quando atingimos determinado grau de consciência. Ela nos leva a tal estado de insatisfação, que adquirimos a coragem para romper as barreiras por nós mesmos construídas, impulsionando-nos a mudar de vida. E essas forças contrárias são necessárias, para que a alma realize suas experiências, pois, se não conhecermos a sombra, não conseguiremos identificar a luz. Adquirimos a estrutura e a coragem de mudar toda nossa vida de forma construtiva.

por El Morya Luz da Consciência - nucleo.elmorya@terra.com.br
postado por VALERIA FRAGA.

FORUM SOCIAL E FEIRA MUNDIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA


COMO FUNCIONA
Economia solidária é uma forma de produção, consumo e distribuição de riqueza (economia) centrada na valorização do ser humano - e não do capital - de base associativista e cooperativista, voltada para a produção, consumo e comercialização de bens e serviços, de modo autogerido, tendo como finalidade a reprodução ampliada da vida. Assim, nesta economia, o trabalho se transforma num meio de libertação humana dentro de um processo de democratização econômica, criando uma alternativa à dimensão alienante e assalariada das relações do trabalho capitalista.


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11 de jan. de 2010

DÊ SUA SUGESTÃO - DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Que dica você daria para a nova era de desenvolvimento sustentável ? O que podemos fazer para diminuir o aquecimento global? Seguem algumas pequenas atitudes que contribuem e muito para isso.

1. Leve sempre com você uma sacola reutilizável, para pequenas compras;
2. Leve de casa sua garrafa de água mineral, assim você estará reciclando;
3. Troque as lâmpadas da sua casa pelas econômicas, a natureza e o seu bolso agradecem;
4. Não desperdice água, feche a torneira quando não a estiver utilizando;
5. Não imprima documentos desnecessários;
6. Ingira alimentos orgânicos;
7. Utilize papel reciclado, ajuda a não desmatar árvores;
8. Desligue os aparelhos que ficam em stand by;
9. Recicle sempre que for possível, separe o lixo e o óleo de cozinha;
10. Deixe no seu trabalho seu próprio copo ou caneca;
11. Não compre se não for necessário.

Deixe sua dica nos comentários que eu coloco na lista.


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19 de out. de 2009

Rede WWF: Líderes mundiais precisam acolher meta de desmatamento zero até 2020



#Voteearth - RJ

Principios de ética médica aplicables a la función del personal de salud, especialmente los médicos, en la protección de personas presas y detenidas contra la tortura y otros tratos o penas crueles, inhumanos o degradantes

Adoptados por la Asamblea General en su resolución 37/194, de 18 de diciembre de 1982


http://www.poder-judicial.go.cr/salatercera/tratados/tint02.htm

Costa Rica

15 de out. de 2009

30 de set. de 2009

LIVROS - DEIXE SUA SUGESTÃO.

  • Biodireito: ciência da vida, os novos desafios - Maria Celeste Cordeiro Leite et al.
  • O equilíbrio do pendulo. bioética e a lei: implicações médico-legais. - Maria Celeste Cordeiro Leite
  • O direito “in vitro”: da bioética ao biodireito -, Regina Fiuza Sauwen, Severo Hryniewicz
  • Biodireito: a nova fronteira dos direitos humanos - Reinaldo Pereira e Silva.
  • Dos embriões aos Homens - Henri Atlan e Mylene Botbol-Baum
  • Direito, Ética e Bioética; Fragmentos do Cotidiano - Samantha Buglione
  • Em busca de uma Bioética global - Dr. Raul Marino Jr.
  • Bioética e liberdade - Axel Kahn e Dominique Lecourt
  • A controvérsia sobre os Transgênicos: questões científicas e éticas - Hugh Lacey
  • Bioética, vulnerabilidade e saúde - Christian de Paul de Barchifontaine e Elma Lourdes Zoboli (orgs)
  • Bioética, riscos e proteção - Fermin Roland Schramm, Sergio Rego, Marlene Braz e Marisa Palacios
  • Bioética: poder e injustiça - Volnei Garrafa e Leo Pessini (organizadores)
  • A era dos direitos - Norberto Bobbio
  • Biodireito: a norma da vida - Matilde C. Slaibi Conti
  • Declaração Universal dos Direitos Humanos
  • Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos
  • Danos à pessoa humana - Maria Celina Bodin de Moraes



20 de set. de 2009

O termo "Bioética"

(Texto retirado da minha Monografia de final de curso de graduação)

O surgimento do termo Bioética, com a grafia Bio=Ethik, data do início do século passado, mais precisamente 1927, e foi empregada por Fritz Jahr como a emergência de obrigações éticas não apenas com o homem, mas a todos os seres vivos.[1]

Van Rensselaer Potter em 1971 enfocou o termo de forma a direcioná-lo para os problemas ambientais e sua relação com a saúde, empregando-o de forma interdisciplinar: “Eu proponho o termo Bioética como forma de enfatizar os dois componentes mais importantes para se atingir uma nova sabedoria, que é tão desesperadamente necessária: conhecimento biológico e valores humanos.”[2] Após outras definições da mesma natureza, em 1979 David J. Roy, definiu o termo como: “[...] o estudo interdisciplinar do conjunto das condições exigidas para uma administração responsável da vida humana, ou da pessoa humana, tendo em vista os progressos rápidos e complexos do saber e das tecnologias biomédicas.”[3]

Esta foi a primeira vez que se empregou o termo Bioética na questão do progresso das tecnologias aplicadas à saúde como motivador de reflexão ética.

O termo Bioética foi conceituado na Encyclopedia of Bioethics – 1995, como sendo o estudo sistemático das dimensões morais – incluindo decisões, conduta e políticas – das ciências da vida e atenção à saúde, utilizando uma variedade de metodologias éticas em um cenário interdisciplinar.

O Programa Regional de Bioética OPS/OMS 2001 definiu posteriormente o termo Bioética como sendo o uso criativo do diálogo para formular, articular e, na medida do possível, resolver os dilemas propostos pela investigação e pela intervenção sobre a vida, a saúde e o meio ambiente.

Para explicar esta apreciação com mais propriedade, traz-se José Roberto Goldim: “A Moral e a Ética se referem às ações humanas. A Moral refere-se às normas do agir correto, enquanto que a Ética é a reflexão sobre as justificativas destas ações. A Moral é prescritiva enquanto que a Ética é o estudo geral do que é o bem ou mal.”[4]



[1] GOLDIM, José Roberto. Cultura e globalização. Ano 2004. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em: . Acesso em: 18 abr. 2005.

[2] POTTER, Van Rensselaer apud GOLDIM. José Roberto. Conceitos fundamentais em bioética: ética, moral e direito. Ano 2001. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em: . Acesso em: 11 maio 2005.

[3] ROY, David apud GOLDIM, José Roberto. Cultura e Globalização. Ano 1997. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em: . Acesso em: 18 abr. 2005.

[4] GOLDIM, José Roberto. Cultura e globalização. Ano 1997/1998. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em: . Acesso em: 18 abr. 2005.


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Congresso de Bioética

Começa essa semana. Compartilharei todas as novidades com vocês.


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5 de set. de 2009

ONGs

Você conhece alguma ONG séria? Mande sua sugestão.
Sabe como fazer para escolher uma para ajudar? Tem alguma outra dica?


Então aqui vão umas dicas:
- Defina qual grupo de pessoas deseja ajudar, crianças, idosos, ...;
- Procure saber quais os projetos da ONG e se ela os mantém;
- Procure pessoas que a ajudam para ter referências.

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Contra o trabalho escravo - Assine o abaixo assinado

http://www.trabalhoescravo.org.br/abaixo-assinado/


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