Nossa intenção maior é divulgar notícias e informações acerca dos temas acima.
1 de fev. de 2010
25 de jan. de 2010
O que adianta só eu mudar, e o outro?
Isso nos remete à necessidade de tomar a única decisão esperada pelos Seres de Luz que estão no comando dessas mudanças: viver de modo novo, onde cada atitude diferente significa que aprendemos com os erros e avançamos corajosamente, sem perder a chance de subir mais alguns degraus na escada da vida.
Para viver o novo precisamos de atenção e movimento constantes, sem rotinas. Largar velhos hábitos que até então paralizavam nossas ações. Sermos perseverantes, pacientes, amorosos, e termos uma profunda compreensão da necessidade de viver de acordo com uma nova realidade e, não, somente conhecê-la no mental. Viver o novo só na teoria, na intenção, não adianta, isso exige movimento, ação e consciência clara de como realmente estamos agindo, pensando e sentindo. Quando se aprende algo novo, deve-se conhecer cada etapa, meditar constantemente para dar um passo, vigiar os pensamentos , enfim...mudar exige consciência! Podemos cometer muitos erros, e eles serão importantes tanto para o aprendizado, como para testar nossa vontade, persistência e confiança, porque a dúvida fará parte dessa experiência até que consigamos dominar essa arte. Nunca deixar que a preocupação por parecermos estranhos (as) tome conta de nosso ser, pois, as mudanças estão acontecendo até na estrutura celular do ser humano e é inevitável sentirmos alterações no físico e sensações diferentes no emocional. Só precisamos aceitar e acompanhar o fluxo do plano.
Falar de mudanças é fácil, permiti-las não. Enquanto ainda deixamos que velhos padrões de rigidez, inflexibilidade, preconceitos, apegos, e dificuldades de aceitação façam parte de nós, impregnamos nossa personalidade. Por que resistimos tanto às mudanças? Alguns de nós, passaram a vida ouvindo que "pau que nasce torto, morre torto"! Criamos uma crença muito cômoda para justificar aquilo que ainda nos traz vantagens. Na sociedade caótica alguns podem perder o poder sobre o outro ao mudar, e, esse outro, talvez perca a oportunidade de ser vítima, pois precisa do algoz. Também a competição constante entre os homens para ver quem brilha mais, acaba, com a mudança de paradigmas! E aqueles que continuam nos velhos moldes ficarão perdidos...com quem irei disputar? Mudar exige aceitar o outro como ele é, e, impede as pessoas de promoverem o novo em suas vidas, por vaidade, orgulho, dependência, comodismo, falta de consciência e compreensão clara. Ceder é o maior problema! Ouvimos ainda algumas pessoas dizerem: ah! Já estou velho demais pra isso! Cada um usa o argumento que tem, pra continuar como está. Alguns ainda questionam: o que adianta um só mudar, se o outro não se propõe a fazer o mesmo? Se numa parceria precisamos de dois ou mais, qual será a diferença no resultado? Se estivermos fazendo isso por nós mesmos, sem nos importarmos com o outro, faz toda a diferença. Vamos ao médico por nós ou pelo outro? Quando sentimos essa necessidade, não somos nós o doente? Se algo não vai bem e sentiu vontade de mudar, faça você o movimento. Ninguém toma consciência junto, cada um tem seu ritmo, seu processo, seu próprio tempo. Alguém tem que dar o 1º passo. Essa é a 1ª etapa: ter consciência, promover uma ação. Se o médico indicar um remédio que demora pra fazer efeito, desistimos, desanimamos? Aí, entra a persistência. Ainda pode acontecer de não dar certo na 1ª tentativa. Voltamos e pedimos para mudar o medicamento... isso é confiança. Precisamos considerar também que o médico pode errar, ele é humano, continuamos doente, ou procuramos outro? Claro, que o mais lógico é procurar alguém que atenda nossas necessidades... isso é fluir com a vida! Até que fiquemos curados.
Na vida seria diferente? A dinâmica é a mesma: vontade, persistência, confiança e fluidez. Se não der certo, nós mudamos, fizemos a nossa parte, e sem colocar expectativas no outro. O universo irá conspirar a nosso favor, tanto promovendo uma reação, uma atitude semelhante nos que estiverem à nossa volta, fazendo com que a lei de atração possa agir e assim passamos a atrair tudo aquilo que esteja em harmonia conosco.
Podemos usar para equilibrar esse momento a energia Branca do 4º Raio, da Harmonia através dos Conflitos, que nos faz perceber o campo de consciência no qual nos encontramos limitados, e essa limitação acontece com todos nós, quando atingimos determinado grau de consciência. Ela nos leva a tal estado de insatisfação, que adquirimos a coragem para romper as barreiras por nós mesmos construídas, impulsionando-nos a mudar de vida. E essas forças contrárias são necessárias, para que a alma realize suas experiências, pois, se não conhecermos a sombra, não conseguiremos identificar a luz. Adquirimos a estrutura e a coragem de mudar toda nossa vida de forma construtiva.
FORUM SOCIAL E FEIRA MUNDIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

COMO FUNCIONA
Economia solidária é uma forma de produção, consumo e distribuição de riqueza (economia) centrada na valorização do ser humano - e não do capital - de base associativista e cooperativista, voltada para a produção, consumo e comercialização de bens e serviços, de modo autogerido, tendo como finalidade a reprodução ampliada da vida. Assim, nesta economia, o trabalho se transforma num meio de libertação humana dentro de um processo de democratização econômica, criando uma alternativa à dimensão alienante e assalariada das relações do trabalho capitalista.
11 de jan. de 2010
DÊ SUA SUGESTÃO - DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
4. Não desperdice água, feche a torneira quando não a estiver utilizando;
5. Não imprima documentos desnecessários;
6. Ingira alimentos orgânicos;
7. Utilize papel reciclado, ajuda a não desmatar árvores;
8. Desligue os aparelhos que ficam em stand by;
9. Recicle sempre que for possível, separe o lixo e o óleo de cozinha;
10. Deixe no seu trabalho seu próprio copo ou caneca;
28 de out. de 2009
19 de out. de 2009
Principios de ética médica aplicables a la función del personal de salud, especialmente los médicos, en la protección de personas presas y detenidas contra la tortura y otros tratos o penas crueles, inhumanos o degradantes
Adoptados por la Asamblea General en su resolución 37/194, de 18 de diciembre de 1982
http://www.poder-judicial.go.cr/salatercera/tratados/tint02.htm
Costa Rica
15 de out. de 2009
PÓS GRADUAÇAO EM BIOÉTICA
13 de out. de 2009
TRANSGÊNICOS
30 de set. de 2009
- Biodireito: ciência da vida, os novos desafios - Maria Celeste Cordeiro Leite et al.
- O equilíbrio do pendulo. bioética e a lei: implicações médico-legais. - Maria Celeste Cordeiro Leite
- O direito “in vitro”: da bioética ao biodireito -, Regina Fiuza Sauwen, Severo Hryniewicz
- Biodireito: a nova fronteira dos direitos humanos - Reinaldo Pereira e Silva.
- Dos embriões aos Homens - Henri Atlan e Mylene Botbol-Baum
- Direito, Ética e Bioética; Fragmentos do Cotidiano - Samantha Buglione
- Em busca de uma Bioética global - Dr. Raul Marino Jr.
- Bioética e liberdade - Axel Kahn e Dominique Lecourt
- A controvérsia sobre os Transgênicos: questões científicas e éticas - Hugh Lacey
- Bioética, vulnerabilidade e saúde - Christian de Paul de Barchifontaine e Elma Lourdes Zoboli (orgs)
- Bioética, riscos e proteção - Fermin Roland Schramm, Sergio Rego, Marlene Braz e Marisa Palacios
- Bioética: poder e injustiça - Volnei Garrafa e Leo Pessini (organizadores)
- A era dos direitos - Norberto Bobbio
- Biodireito: a norma da vida - Matilde C. Slaibi Conti
- Declaração Universal dos Direitos Humanos
- Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos
- Danos à pessoa humana - Maria Celina Bodin de Moraes
28 de set. de 2009
20 de set. de 2009
O termo "Bioética"
(Texto retirado da minha Monografia de final de curso de graduação)
O surgimento do termo Bioética, com a grafia Bio=Ethik, data do início do século passado, mais precisamente 1927, e foi empregada por Fritz Jahr como a emergência de obrigações éticas não apenas com o homem, mas a todos os seres vivos.[1]
Van Rensselaer Potter em 1971 enfocou o termo de forma a direcioná-lo para os problemas ambientais e sua relação com a saúde, empregando-o de forma interdisciplinar: “Eu proponho o termo Bioética como forma de enfatizar os dois componentes mais importantes para se atingir uma nova sabedoria, que é tão desesperadamente necessária: conhecimento biológico e valores humanos.”[2] Após outras definições da mesma natureza, em 1979 David J. Roy, definiu o termo como: “[...] o estudo interdisciplinar do conjunto das condições exigidas para uma administração responsável da vida humana, ou da pessoa humana, tendo em vista os progressos rápidos e complexos do saber e das tecnologias biomédicas.”[3]
Esta foi a primeira vez que se empregou o termo Bioética na questão do progresso das tecnologias aplicadas à saúde como motivador de reflexão ética.
O termo Bioética foi conceituado na Encyclopedia of Bioethics – 1995, como sendo o estudo sistemático das dimensões morais – incluindo decisões, conduta e políticas – das ciências da vida e atenção à saúde, utilizando uma variedade de metodologias éticas em um cenário interdisciplinar.
O Programa Regional de Bioética OPS/OMS 2001 definiu posteriormente o termo Bioética como sendo o uso criativo do diálogo para formular, articular e, na medida do possível, resolver os dilemas propostos pela investigação e pela intervenção sobre a vida, a saúde e o meio ambiente.
Para explicar esta apreciação com mais propriedade, traz-se José Roberto Goldim: “A Moral e a Ética se referem às ações humanas. A Moral refere-se às normas do agir correto, enquanto que a Ética é a reflexão sobre as justificativas destas ações. A Moral é prescritiva enquanto que a Ética é o estudo geral do que é o bem ou mal.”[4]
[1] GOLDIM, José Roberto. Cultura e globalização. Ano 2004. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em:
[2] POTTER, Van Rensselaer apud GOLDIM. José Roberto. Conceitos fundamentais em bioética: ética, moral e direito. Ano 2001. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em:
[3] ROY, David apud GOLDIM, José Roberto. Cultura e Globalização. Ano 1997. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em:
[4] GOLDIM, José Roberto. Cultura e globalização. Ano 1997/1998. Núcleo Interdisciplinar de Bioética, Porto Alegre. Disponível em:

